Acompanhado do ministro do Esporte e de parlamentares membros da CESPO, Ezequiel Teixeira constatou in loco a situação das arenas

Na tarde da última sexta-feira (02) o deputado federal e presidente da Comissão do Esporte (CESPO) na Câmara dos Deputados, Ezequiel Teixeira (Podemos/RJ), esteve em comitiva no Parque Olímpico da Barra no Rio de Janeiro para averiguar a real condição dos equipamentos e infraestrutura pós Olimpíada.

Recebido pelo presidente da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo) Paulo Márcio, o deputado Ezequiel Teixeira conheceu as instalações do recém-criado órgão, o funcionamento e o planejamento do legado olímpico. Acompanhado do ministro do Esporte, Leonardo Picciani; dos deputados e membros da CESPO, Fábio Mitidieri (PSD/SE) e Marco Antônio (PMDB/RJ) pode conhecer o Velódromo, as Arenas Cariocas 1 e 2 e o Centro Olímpico de Tênis que estão sob gestão da União.

“Além das visitas, estamos promovendo audiências públicas na Câmara dos Deputados para discutir junto com a sociedade, órgãos fiscalizadores e gestores do legado uma definição para as instalações da Rio 2016,” afirmou Ezequiel.

O parlamentar ainda ressaltou a importância da celeridade no reaproveitamento das estruturas do Parque Olímpico. “Foram gastos bilhões em recursos da União para a construção das arenas. E não vamos permitir que sejam abandonadas. Continuamos a acompanhar de perto e cobrando com rigor um legado diante do alto investimento,” disse o presidente da Comissão do Esporte.

Ainda de acordo com o deputado, o Parque da Barra que está sob os cuidados no Ministério do Esporte, ainda precisa passar por adequações. “Temos um espaço formidável e ainda subutilizado. Notei o empenho dos gestores, mas vamos acompanhar bem de perto todo o desdobramento até que o Parque esteja aberto ao público e também disponível aos atletas e paratletas de alto rendimento. Afinal, temos que oferecer suporte de treinamento para que brilhem na Olimpíada em 2020,” observou Ezequiel Teixeira.

O deputado ainda ressaltou que a prefeitura do Rio de Janeiro ainda não apresentou à Comissão do Esporte um plano de legado referente às estruturas que ficaram sob a responsabilidade do município. “Cabe a nós cobrar providências quanto ao legado em todas as obras olímpicas que receberam recursos da União. Queremos respostas e trabalho efetivo de todos,” finalizou.

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